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APAE - Jundiaí

Oficinas Pedagógicas

Patrícia Bellode Ramazzini - Diretora da Escola Ignez A. O. S. Enfeldt da APAE - Jundiaí

"As Oficinas Pedagógicas foram estabelecidas em dois momentos:

1 - Para capacitar os profissionais na revisão sistemática de todos os conteúdos definidos no Prodeme e desenvolvidos em cada uma das salas de aula, levando-se em conta a clientela existente, o funcionamento cerebral e as orientações dos Parâmetros Curriculares Nacionais;

2 - Para orientar os profissionais no uso do Material de Apoio no laboratório de Informática. Os professores das classes de alfabetização foram subdivididos em vários grupos para reuniões (quinzenais para cada grupo de professores, semanais para os técnicos da APAE e da EINA). Essas reuniões tiveram por objetivo acompanhar a implantação das mudanças na prática do ensino e orientar os professores no planejamento, escolha e utilização dos recursos.

No início, as atividades foram utilizadas de modo a promover o contato com o equipamento, a identificação dos fatores favoráveis e os problemas para a utilização do computador dentro da sala de aula. Aos poucos, foi-se orientando o grupo de professores e cada qual foi capaz de descobrir sua própria estratégia para utilizá-lo, garantindo melhor aproveitamento. O uso foi se tornando mais sistemático.

Para os professores dos níveis e as pedagogas dos atendimentos, as reuniões foram mensais. Nesses momentos, discutiu-se mais as reformulações da prática pedagógica.

Os resultados foram acompanhados através de avaliações ao final de cada bimestre do calendário escolar, analisados e discutidos pelos profissionais envolvidos como também a freqüência dos alunos.

O projeto não foi uma simples mudança física ou de conteúdo, implicou no envolvimento e estudo sistemático por parte de toda a equipe.

Nas reuniões foi possível identificar o empenho de cada profissional em relação a sua classe e a forma como cada um busca lançar mão de todos os recursos disponíveis para a aprendizagem dos alunos. Vários professores demonstraram seu empenho através de relatos, das suas sugestões e críticas. Buscaram acrescentar e somar sempre, apesar do árduo trabalho de inovar. Alguns apresentaram mais resistência, o que também serviu para identificarmos pontos falhos e corrigí-los.

Toda a discussão sobre o aluno, seu potencial e o trabalho desenvolvido, criou condições para que cada professor conhecesse mais profundamente seu aluno e, ao preparar sua aula, estivesse mais comprometido com a tarefa de educar crianças, sejam elas portadores de necessidades especiais ou não."

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