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Pesquisa realizada em parceira com a Unicid e com a Apae-Jundiaí

"Fisiopatologia da inteligência."

Armando Freitas da Rocha, Adriane Serapião, Claudia C. Leite, Renée Xavier Menezes.

Resumo

O mundo tecnológico moderno aumenta a necessidade de uma educação formal que habilite o indivíduo ao mercado de trabalho e lhe permita usufruir melhor das oportunidades de lazer e saúde disponíveis na sociedade em que se inclui. Essa demanda de educação formal, por sua vez, pressiona a sociedade para que melhore seus serviços de ensino quer públicos quer privados. A demanda pela educação inclui também grupos de indivíduos com necessidades especiais decorrentes de suas condições físicas e biológicas, que acarretam distúrbios ou deficiências de aprendizagem. As neurociências se desenvolvem rapidamente, e graças às novas tecnologias não invasivas de análise da estrutura e função cerebral, geram hoje um conhecimento cada vez mais preciso da funcionalidade do cérebro humano em qualquer fase de seu desenvolvimento. Rocha e colaboradores desenvolveram uma metodologia de análise da atividade elétrica cerebral associada à realização de atividades cognitivas, denominada Mapeamento Cognitivo Cerebral (MCC). Realizaram também o mapeamento por ressonância magnética (RM) para caracterizar a estrutura cerebral dessas crianças. Esses estudos foram financiados pela FAPESP na sua linha de Inovação Tecnológica em Pequenas Empresas, e pelo CNPq como um projeto temático na área de Informática e Educação, e desenvolvido em parceria com a APAE - Jundiaí e o Núcleo de Estudos da Aprendizagem e Cognição (NEAC - UNICID), tendo resultado não só no desenvolvimento de um software para ensino e avaliação do desenvolvimento cognitivo, mas também em uma nova proposta de como orientar o processo educativo formal dessas crianças. O presente trabalho tem por objetivo resumir alguns desses resultados.

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